(E-D: Marquinhos, Elton Ricardo, Gustavo Barros, Claudio Rocha)
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Sampa é de Matar...
Essa madrugada, acabei de gravar às 3:30hs da manhã.
Tudo desmontado, guardado, todos os "tchau" falados, entro no carro e vou para casa.
Foi só entrar na Avenida do Estado, às 4hs da matina, e tudo parou: carros, ônibus, todos parados, provavelmente por causa do Mercado Municipal.
Resumo da brincadeira: tive que achar um caminho alternativo, e cheguei em casa às 5hs da manhã.
Depois de uma taça de vinho (ninguém é de ferro) e um banho, deito e olho o relógio: 5:30hs.
Só que às 8:30hs, dá-lhe marretada! Os pedreiros resolveram trabalhar nesse sábado, para diantar um pouco a reforma.
Devia ter dormido no estúdio.
Abraço,
Claudio
Tudo desmontado, guardado, todos os "tchau" falados, entro no carro e vou para casa.
Foi só entrar na Avenida do Estado, às 4hs da matina, e tudo parou: carros, ônibus, todos parados, provavelmente por causa do Mercado Municipal.
Resumo da brincadeira: tive que achar um caminho alternativo, e cheguei em casa às 5hs da manhã.
Depois de uma taça de vinho (ninguém é de ferro) e um banho, deito e olho o relógio: 5:30hs.
Só que às 8:30hs, dá-lhe marretada! Os pedreiros resolveram trabalhar nesse sábado, para diantar um pouco a reforma.
Devia ter dormido no estúdio.
Abraço,
Claudio
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Gravação, Água e Blecaute
Em um estúdio em São Paulo...
Chegamos para gravar uma faixa, montamos o equipamento, passamos o som, definimos o arranjo, gravamos um take, só para ouvir como estava a sonoridade.
Tudo ok, fomos tomar uma água, antes de gravarmos pra valer.
Puffffffff!!!!!!!!!
A energia acabou...
Mal sabíamos que era o "apagão"...
Esperamos algumas horas para a luz voltar, mas nada. De madrugada, desmontamos o equipamento no escuro (meu iPod virou lanterna), e voltamos para casa.
Como disse o Maguinho, foi a "maldição da 1 faixa"...
Bom, faz parte da vida.
Abraço,
Claudio
Chegamos para gravar uma faixa, montamos o equipamento, passamos o som, definimos o arranjo, gravamos um take, só para ouvir como estava a sonoridade.
Tudo ok, fomos tomar uma água, antes de gravarmos pra valer.
Puffffffff!!!!!!!!!
A energia acabou...
Mal sabíamos que era o "apagão"...
Esperamos algumas horas para a luz voltar, mas nada. De madrugada, desmontamos o equipamento no escuro (meu iPod virou lanterna), e voltamos para casa.
Como disse o Maguinho, foi a "maldição da 1 faixa"...
Bom, faz parte da vida.
Abraço,
Claudio
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Gravação - Ministério NH
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
44 Dias Depois...
... o "dedo-cadáver" voltou a viver.
Apesar do medo, dei uma pequena volta de bicicleta em Santos, uns 20 minutos, e ficou tudo bem.
Abraço,
Claudio
Apesar do medo, dei uma pequena volta de bicicleta em Santos, uns 20 minutos, e ficou tudo bem.
Abraço,
Claudio
domingo, 8 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Está Escrito, Droga!
Tempos atrás, em um espaço de poucos dias, peguei duas gravações totalmente diferentes: uma gravação com a base completa (baixo, bateria, guitarra e teclado), e outra somente de baixo e bateria .A primeira gravação tinha arranjos bem definidos, várias linhas de baixo escritas, muito cuidado com a escolha de timbre, etc. A outra, por outro lado, era muito simples, as músicas não tinham arranjos muito elaborados, combinávamos a levada e tocávamos. Em ambas as situações, gravei com músicos de primeira qualidade, e o número de faixas foi o mesmo.
Qual a razão, portanto, de termos levado praticamente o mesmo tempo para gravar músicas de complexidade e quantidade de músicos tão diferentes?
A resposta, literalmente, salta aos olhos: a partitura.
Enquanto a primeira partitura foi escrita com esmero, a segunda foi escrita de qualquer maneira, o que costumo chamar de "papel de padaria".
Resolvi escrever sobre esse assunto porque percebi o quanto uma partitura decentemente escrita aumenta o rendimento no trabalho dos músicos. Partituras mal escritas dificultam muito a leitura dos músicos, fazendo-os repetir algumas vezes trechos super simples, o que algumas vezes pode causar algum stress. Além do mais, alguém pode presumir (erroneamente) que eles são maus leitores, e isso pode colocar "uma pulga atrás da orelha" do artista, e também gerar stress ("por que você chamou esse músico que não sabe nem ler a partitura?")
Não estou dizendo que as partituras devem ser todas escritas no computador, ou que esquecer um símbolo de coda irá causar uma revolta dos músicos, mas o mais importante na partitura é a clareza nas informações que passa.
Graças a Deus pego muito poucas partituras estilo "papel de padaria", mas quando elas aparecem...
Abraço,
Claudio
sábado, 31 de outubro de 2009
Encordoamento Interessante
Comprei um jogo de cordas que ainda não havia usado, devido a uma sugestão do Edson Guidetti.É do tipo Half Round, acho que um intermediário entre o Round Wound e o Flat Wound. Tem um timbre um pouco mais aveludado do qua as cordas Round, me lembram aquele timbre de baixo dos discos do Seal. Achei sensacional, pena que tive que trocar para uma gravação de rock'n'roll, que pedia um timbre com mais brilho, mas fica a dica.
Abraço,
Claudio
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